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16 julho 2019

[Resenha] Homo tempus - F. E. Jacob

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“Homo tempus”; autor: F. E. Jacob; editora Sromero Publisher; 274 páginas.
     Wallace é um jovem bibliotecário que é impulsionado por uma luz enquanto andava na sua bicicleta e lançado para anos a mais no futuro, mais precisamente no ano de 2095. O futuro, ao contrário do que imaginava, trazia um mundo muito diferente onde neandertais foram recriados em laboratórios para serem a força da sociedade, por possuírem os sentidos mais aguçados.
“Todo mundo sempre espera que a vida vá ser sempre melhor no futuro, sabe? Aquele pensamento que a tecnologia sempre avança e que as leis vão ser mais justas, estas coisas”.
    Ao acordar, se vê aprisionado pelos neandertais que o torturaram e o escravizaram. Mas por instinto de sobrevivência ele consegue fugir e encontrar outras civilizações nessa realidade que ele não conhece.
     Em 2095 o mundo avançou tanto que todo o controle de toda a população passou a ser do governo. Eles controlavam o sistema de transito, onde os carros não possuíam mais volante, controlavam a alimentação das pessoas nos restaurantes e, o mais bizarro de tudo, as pessoas não se relacionavam mais, por causa da possibilidade de dar errado e ser acusado de assédio, por isso, todas as procriações eram feitas de forma estrategicamente planejada pelo governo.
      Sendo o único que tem noção de como o mundo realmente era antes e vendo como houve uma visível decadência, Wallace se vê na necessidade de fazer algo para mudar essa realidade. Ele se dá conta que é um viajante do tempo, mas só ao encontrar um grupo de pessoas extremamente inteligentes e bem organizadas, é que ele descobre como isso é possível e as peças do quebra cabeça começam a se encaixar.
“Os desvios muitas vezes são os caminhos que não sabemos que precisamos tomar”.
     Além das viagens no tempo, neandertais e avanços tecnológicos, o livro traz uma leveza ao apresentar um romance simples e relações de amizades muito importantes. Diversas mensagens importantes são entregues, sobretudo o quanto devemos valorizar tudo aquilo que amamos, inclusive o nosso mundo.
     O livro é uma verdadeira ficção científica fundada em muita base histórica e desenvolve uma incrível crítica social. Apesar de ser uma distopia, a forma como o mundo tem se desenvolvido nos leva a crer que não fica muito distante de termos um futuro como o descrito no livro, onde a tecnologia avança contra nós e as pessoas se tornam tão dependentes que não conseguem mais pensar. Um debate importante de ser feito nos tempos atuais para que o avanço seja positivo e que nossa voz nunca se cale.
“[...] as coisas admiráveis são difíceis de ser criadas, mas facilmente destruídas”.

15 julho 2019

Seishun Buta Yarō wa Bunny Girl Senpai no Yume o Minai

A vida do estudante Sakuta Azusagawa tem uma reviravolta inesperada quando ele conhece a atriz adolescente Mai Sakurajima, vestida como uma coelhinha erótica e vagando por uma biblioteca sem ser notada por mais ninguém além de Sakuta. Mai está intrigada pelo fato de que Sakuta é a única pessoa que pode vê-la, pois outras pessoas são incapazes de vê-la mesmo quando ela está se vestindo normalmente ou tentando ficar longe da vida das celebridades. Chamando esse fenômeno de "síndrome da adolescência", Sakuta tenta resolver esse mistério, enquanto continua se aproximando de Mai e conhecendo outras garotas que sofrem da mesma síndrome.




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13 julho 2019

[Look literário] #34 Daphne Bridgerton - O duque e eu


Olá, leitores! Hoje trago para vocês outro look inspirado em uma protagonista de romance de época. A personagem da vez é Daphne, de “O Duque e Eu”, escrito por Julia Quinn, esse é o primeiro livro de uma série com nove histórias que giram em torno da numerosa família Bridgerton.
Daphne tem sete irmãos e construiu uma relação muito forte com todos eles. Sendo a mais velha entre as meninas, ela enfrenta o dilema de encontrar um marido. Aqui precisamos lembrar que naquela época e sociedade, fazer um “bom” casamento era de extrema importância na vida das mulheres e a idade de uma jovem contava muito quando o assunto era ser cortejada por um pretendente, então quanto mais o tempo passava, mais escassas ficavam as opções. Mas, apesar disso, Daphne não quer se casar apenas para cumprir uma obrigação, ela deseja aquele “algo a mais” e sua personalidade forte e determinação a impedem de se contentar com menos.












Quando penso no estilo da personagem as palavras clássico e romântico logo me vêm à cabeça. E o que poderia ser mais clássico e romântico do que renda? Pensando nisso escolhi uma blusa off-white com renda no decote e também nas mangas. Inspirada pela cor da capa do livro, encontrei essa saia fofa e toda estampada em vários tons de verde. Atenção para o comprimento acima dos joelhos, porque nós estamos no século XXI e a Daphne já não é mais obrigada a usar apenas vestidos longos!
Nos pés, decidi continuar no clima delicado e por isso optei pelos sapatos de couro sintético, em tom de caramelo e com laço no peito do pé. Aproveitando os detalhes em rosa da saia, escolhi colocar outro ponto da cor look com a bolsa em tweed clássico. Por fim, chegamos aos acessórios! Na cabeça, uma tiara verde militar com amarração e, para manter o ar vintage, encontrei o colar ideal com pedrarias e metal envelhecido, assim como o par de brincos.

Espero que tenham gostado e até o próximo look!

11 julho 2019

[Série] #44 - Reunião de família - Netflix

     “Reunião de família” é uma série original da Netflix lançada ontem (dia 10/07). O enredo é formado por uma família grande, um casal e quatro filhos. O marido e pai é um ex jogador de futebol americano que resolveu deixar os jogos para se dedicar a sua família. Tem uma pegada parecida com “Eu a patroa e as crianças”, com um toque juvenil da Disney. Apesar do tom descontraído, a série aborda temas muito sérios como política,  religião, preconceito e principalmente racismo.
     Os McKellans são uma família negra contemporânea que se muda de Seatlle para Geórgia, na casa dos pais de Moz, o pai da família. Unidos novamente, eles sentem como é importante resgatar suas raízes e ficar próximo da família. Nesse novo cenário, eles precisam se adaptar com uma rotina rígida e regrada que não estavam habituados. Afinal, moram “de favor” na casa de um casal de idosos líderes religiosos.
     Eles até se habituaram bem a nova vida, exceto por Jade, a mais deslocada da família. Apesar de ser negra legítima da família, a sua cor da pele é muito clara, causando um diferencial. Além disso, ela é a adolescente que reclama e que pende pro lado mais baladeiro da família. Mas acredito que essa é a personagem que mais se destaca por transmitir seus sentimentos, suas verdades de forma muito transparente. Ela é a filha mais velha, que não tem muito entendimento sobre sua própria cultura, mas que nutre um amor incondicional por todos os membros de sua família.
     De todos os assuntos abordados, a série consegue finalizar a temporada com o assunto mais impactante: o racismo. A realidade dos negros não foi e nunca será fácil e a trama retrata bem essa visão. Onde as pessoas, independente da idade, já são julgadas pela cor da pele. O sofrimento que permanece até os dias de hoje.
     Pude me emocionar, não só nessa cena, como em outra em que mostra a sensibilidade das crianças. Uma em especial que abre mão de algo importante para beneficiar quem precisa mais.
Formada por apenas 10 episódio de aproximadamente 30 minutos cada, “Reunião de família” é uma comédia que ultrapassa o humor, ela é capaz de chegar no coração e ficar. Conquista pelo carisma dos personagens, cativa pelos diálogos interessantes e divertidos e marca pela riqueza dos debates empoderadores. Não é só entretenimento, é cultura, é ensinamento, é emoção!

09 julho 2019

[Resenha] Objetos cortantes - Gillian Flynn

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“Objetos cortantes” ; Autora: Gillian Flynn; Editora: Intrínseca; 251 páginas.
    Obrigada por seu chefe, Camille, uma jornalista, teve de voltar a sua cidade natal para realizar uma matéria sobre o assassinato de uma garotinha e o desaparecimento de outra. Relutante a ter que voltar para a casa de sua mãe e para aquela cidade que traz lembranças ruins, ela encara o desafio. A recepção não é nada calorosa, como ela já previa, mas esse era apenas uma das coisas que começaram a incomodar.
“Este lugar faz coisas ruins comigo. Eu me sinto... errada.”
     A mãe de Camille, Adora, é como uma bonequinha, toda perfeita e impecável e sempre fez de sua família essa perfeição. Marian, a filha que ela teve depois de Camille, morreu muito jovem sob os cuidados constantes da mãe que até hoje não se recuperou da perda. Camille nunca despertou o mesmo cuidado na mãe e foi embora da cidade assim que teve oportunidade. A mãe teve outra filha, Amma, que assim como Marian, se tornou a bonequinha de Adora.
“-Uso isto por causa de Adora. Quando estou em casa sou a bonequinha dela.
-E quando não está?
-Sou outras coisas”.
      Um lar anormal em meio a uma cidade anormal que está em luto e em desespero para esconder suas crianças. Logo a garota desaparecida também é encontrada morta. Ambas possuem coisas em comum: foram estranguladas e tiveram todos os seus dentes arrancados.
     A polícia não quer se pronunciar, a vizinhança está muito apavorada para apontar suspeitos, mas está claro que é um morador dali. Quanto mais Camille busca respostas, mais é contaminada por aquela cidade. Nada parece normal ali, todas as pessoas são peculiares e guardam segredos.
“Algumas vezes, se você deixa as pessoas fazerem coisas a você, na verdade você está fazendo a elas [...] Entende o que quero dizer? Se alguém quer fazer coisas esquisitas com você, e você permite, você as torna mais perturbadas. Então você tem o controle. Desde que não enlouqueça.”
     Camille tem palavras cortadas sobre todo o seu corpo e esse é o maior segredo dela. Desde muito jovem ela começou a se mutilar, mas agora conseguiu parar. Entretanto, todas as marcas continuam a assombrá-la e queimam sob sua pele sempre que passa por uma situação semelhante a que a fez marca-la em seu corpo. Caminhar por essa cidade é como acionar suas palavras cortadas a cada passo, a cada nova descoberta.
“E se você ferisse por ser tão bom? Como se você tivesse uma comichão, como se alguém deixasse um interruptor em seu corpo, e nada pudesse desligar o interruptor  a não ser ferir? Sabe o que isso significa?”
     O livro surpreende por trazer relatos tão pesados de uma família que se apresenta como tradicional, mas que carrega segredos e bizarrices. A mãe tem uma espécie de mania em que ela tira todos os cílios da pálpebra quando está nervosa e essa cena, particularmente, me deixou angustiada. Isso somado ao fato de que a protagonista tem o corpo inteiramente cortados com palavras dá ao livro um clima sombrio e angustiante.
     A narrativa enriquecida em detalhes não tem pudor, descreve os personagens enfatizando suas peculiaridades e surpreende por apresentar um plot twist de arregalar os olhos. É uma leitura que não deve ser feita por crianças ou por pessoas que se impressionam facilmente. Assusta ao mesmo tempo que surpreende, cativa e impressiona.

02 julho 2019

[Romances de época] O duque e eu - Julia Quinn

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     Após o grande sucesso dos romances de época, especialmente a série “Os Bridgertons” da autora Julia Quinn, eu finalmente dei início lendo o primeiro livro da série “O duque e eu”. Trazer uma resenha não seria muito apropriado, já que praticamente todo leitor de romances, principalmente romance de época, já sabe do que se trata cada um desses livros, portanto decidi que não só ia apresentar a história como iria falar sobre minha experiência com o primeiro livro.
     Para começar, preciso dizer que sou leiga no universo dos romances de época. Li uns dois em toda minha vida literária e nenhum com uma fama tão grande como esse tem. Alguns anos atrás, quando a editora Arqueiro deu um voto de confiança para esse gênero e começou a publicá-los no Brasil, eu acompanhei de perto o sucesso que foi sendo gerado, entretanto, o gênero nunca havia me despertado muita atenção e vou explicar os três motivos.

  1. Eu já imaginava que o romance de época traria a forte ingenuidade e vulnerabilidade da mulher, que era muito comum naqueles tempos.
  2. Não seria nada como Jane Austen, um romance clássico que poderia se manter sem nenhum beijinho, pelo contrário, eu já estava ciente que os romances de época eram comuns em terem muitas cenas sensuais.
  3. Não tem nada de fantasia, e fantasia é o que me conquista de cara.
     Bom, observações que sim, são reais. Os romances de época abordam claramente os costumes característicos. As mulheres eram sim o sexo frágil. Eram obrigadas a se casarem assim que completavam 15 anos. Se passava muito dessa idade, já começavam a cismar que tinha algo de errado com a moça. Os homens é que escolhiam. Na verdade a negociação era feita pelo pai da moça direto com a família do pretendente. E normalmente as moças que estavam “no cardápio” eram as jovens, bonitas, de classe social alta e que não eram de falar muito. Já o homem não tinha empecilho nenhum, não sofria preconceitos e se ele era “libidinoso” (palavra muito comum na obra) ele era mal falado, porém ainda sim era cobiçado.
     O machismo da época é extremamente fixado em todas as páginas e ler esses fatos que foram bem comuns nos causa uma ebulição de sentimentos. Em destaque a gratificação dos dias atuais, da nossa liberdade como mulheres, ainda que não seja 100%, conquistamos muito no decorrer desse tempo e conhecer a realidade das mulheres que nos antecederam, nos traz um conhecimento e um olhar novo.
Se tratando do romance, podemos dizer que é uma história fofinha, cheia de referências que podem arrancar vários suspiros. Uma característica do livro da Julia Quinn, que já foi me informado que está presente em todas as obras dela, é a narrativa divertida que ela nos apresenta. O enredo é engraçadinho, os personagens são cativantes e a história sempre tem momentos que nos tira alguns risos. Esse ritmo me agrada muito e faz com que a leitura flua muito mais rápido. O romance é do tipo exageradamente fofo, o que eu, particularmente, gosto muito.
“Assim, beijá-la se tornou uma questão de autopreservação. Era simples: se não fizesse isso, se não a possuísse, ele morreria. Parecia melodramático, mas naquele instante ele poderia jurar que era verdade. O desejo que se enroscava em suas entranhas acabaria fazendo-o sucumbir.”
    Outra característica que, na minha opinião, tornou os livros da Julia Quinn famosos e inesquecíveis, foi o fato de trazer uma família grande e explorar diversos aspectos dela. No decorrer dos livros vamos conhecendo cada vez mais sobre um determinado integrante da família.
     Melhor ainda, a família e todos com linhagem, estão sob os holofotes de uma jornalista secreta que escreve em um jornal popular da cidade as fofocas das famílias. O mistério proporcionado por essa personagem instiga ainda mais a leitura. Sem falar que as frases dessa pessoa misteriosa são maravilhosas.
“Dizer que os homens podem ser teimosos como mulas seria um insulto às mulas”.
     Nesse primeiro livro conhecemos a história da Daphne, a primeira da família Bridgertons a atingir a idade de casar e que já está há um tempo em busca de um marido, mas não está tendo muito sucesso. Paralelamente somos apresentados a história de Simon, o herdeiro do ducado que não pretende de forma alguma assumir o título.
     Isso porque na infância ele foi rejeitado diversas vezes pelo pai por não atingir a perfeição que esse almejava. Com uma raiva que foi alimentada durante muitos anos, Simon decide que não vai deixar que seu pai seja vitorioso, sendo assim, ele se torna muito superior, mas se nega a assumir o título, querendo assim dar fim a toda essa linhagem que o pai tanto amava.
     Mas seu caminho cruza com o de Daphne e ele não pode negar que a presença dela causa nele sentimentos que não estava disposto a sentir por ninguém. E mais do que isso, ela queria um casamento e filhos, algo que ele nunca poderia dar a ela por causa de sua promessa.
     Não posso concluir minha opinião tendo lido apenas o primeiro livro, mas já posso adiantar que me conquistou mais do que eu esperava e pretendo dar continuidade em toda a série. Só preciso do investimento, que não é pouco, já que são no total 9 livros! Mas assim que possível eu posso garantir que lerei todos. Julia Quinn já conseguiu me fisgar no primeiro livro, então tenho muitas expectativas para os demais e tenho certeza que não vou me decepcionar.
     Agora faço parte dos leitores de romance de época!

01 julho 2019

[ANIME] Kaguya-sama: LOVE IS WAR

Kaguya-sama wa Kokurasetai (かぐや様は告らせたい~天才たちの恋愛頭脳戦~ Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen, lit. "Kaguya Wants to be Confessed To: The Geniuses' War of Love and Brains") é uma série de mangá japonesa escrita e ilustrada por Akasaka Aka. O mangá foi lançado em Young Jump desde 19 de maio de 2015. A adaptação do anime foi anunciada em 1 de junho de 2018 e foi lançada no começo de 2019.


26 junho 2019

[Resenha] Amor em jogo - Simone Elkeles

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“Amor em jogo”; autora: Simone Elkeles; Editora Globo Livros; 360 páginas.
     Após aprontar uma pegadinha épica, Derek é expulso da escola e obrigado a se mudar para outra cidade com sua madrasta super jovem e seu meio irmão por quem tem um grande carinho.
     Mas a recepção lá não foi nada calorosa. Assim que chegou e foi ao galpão da nova casa, foi surpreendido por uma jovem um pouco desleixada, mas muito atraente que, surpresa por encontrar um estranho em seu território, crava um garfo no pé dele e o prende no galpão. Só quando a jovem, chamada Ash, volta para casa para pedir ajuda é que descobre que o sujeito que ela prendeu era, na verdade, seu “sobrinho”.
     A história se desenvolve sempre nessa intensidade, ambos com personalidades bem fortes e Derek com seu sarcasmo sempre afiado.
     Ash se tornou capitã do time de futebol americano de sua escola, o que a deixa extremamente animada, mas também muito preocupada com seu relacionamento, já que seu namorado desejava essa posição tanto quanto ela. O cenário de preconceito por ela ser uma mulher que joga futebol se apresenta, mas ela se mostra uma pessoa de garra e, apesar de ser sensível, ela encara com muita força de vontade.
    Derek também já foi um jogador excepcional, mas após um grande trauma, ele desistiu da profissão e passa guardar esse segredo também de Ash. Apesar deles perceberem que são muito diferentes um do outro, a atração que sentem é inegável e também o desejo de cuidar um do outro. Apesar disso, ambos se esforçam demais para se afastarem um do outro.

" - Não me deixe - murmuro no peito dele, tremendo descontroladamente. 
- Não vou deixar. - Os braços dele me envolvem, eu me sinto segura... longe do iceberg no meu sonho, da solidão no meu coração e da dor de perder todo mundo que já amei."

     A narrativa agrada pelo ritmo de desafios. O “mocinho” é bem petulante, sarcástico e com um ego enorme, que na verdade camufla o quanto ele é sensível. A “mocinha” faz o mesmo e isso é o que eles mais têm em comum. A trama é simples, mas bem agradável e diria até que tem um arzinho de “sessão da tarde” de filmes adolescentes, o público perfeito para esse livro.

 
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