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17 abril 2019

[Resenha] Versos de amor - Evandro Oliveira

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"Versos de amor"; autor: Evandro Oliveira; Editora Chiado; 87 páginas. 
    Esse livro apresenta exatamente o meu tipo preferido de poesias: aquelas que rimam. Não sei vocês, mas poesias que possuem rimas, ditam um ritmo, me causam um certo arrepio, me parecem mágicas! Ainda mais como essas que, além das rimas, traz uma reflexão ao final de cada texto. Aquele tipo de reação que pode ser um “ouuun” ou uma exclamação de admiração tamanha a diversidade de assuntos que são capazes de mexer conosco.
     O livro já inicia com uma poesia impactante relatando o momento de um casamento. As poesias que se seguem mantém esse ritmo bem romântico, em um tom inocente, outrora mais adulto. Às vezes é apenas uma mensagem reflexiva sobre a beleza da vida.
     Mas acima de tudo é sobre o amor.

     “Te amo e amarei,
     Como ninguém te amou,
     Te amo e amei,
     Como ninguém imaginou”.

     Um coisa bem interessante sobre esse livro é que todas as poesias foram inspiradas na realidade do autor, são sentimentos e relatos que ele mesmo vivenciou ou presenciou, proporcionando assim, uma possibilidade de conhecer a história do autor conforme a cronologia de poesias que são narradas.
     Um pouco antes da metade do livro somos surpreendidos por um poema com um formato diferente dos que estávamos lendo até então. Não tem rima e é narrado de uma forma mais desesperada, como uma súplica, uma carta escondida em meio a várias poesias ritmadas. Após o relato, a narrativa segue novamente como começou, com poesias alegres criadas a base de rimas. Esse ritmo é interrompido apenas mais duas vezes quando ele escreve versos sobre “significados”.
     As datas comemorativas também ganham destaque, o dia das mães, dia do abraço e dia dos namorados são belissimamente retratados por meio das poesias. Até o Ceará ganhou uma homenagem.
     É possível olharmos para nosso interior ao finalizar as poesias. Concluir o quanto o amor é lindo e ainda se sentir inspirado. Eu li todos os poemas em voz alta, só pra sentir o ritmo dessas palavras que soam como uma bela melodia. Queria trazer a minha preferida para vocês aqui, mas peço desculpas, não pude eleger uma só. Todas elas me encantaram de modos tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais, afinal, todas falam de amor, sentimento mais predominante e abrangente, em todas as suas formas, alcançando todas as pessoas.

16 abril 2019

Exposição Quadrinhos

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A Exposição Quadrinhos é uma mostra inédita que apresenta a história das histórias em quadrinhos no Brasil e no mundo traz centenas de itens como revistas, artes originais e itens raros dos diversos gêneros das HQs e acontece no MIS (Museu da Imagem e do Som) até o dia 31 de março 26 de maio* de 2019. A exposição traz uma ampla retrospectiva da 9ª arte – conta com curadoria de Ivan Freitas da Costa (sócio-fundador da CCXP/Comic Con Experience e da Chiaroscuro Studios) e projeto expográfico da Caselúdico.

Quadrinhos apresenta uma ampla retrospectiva do universo das HQs contada através de revistas, artes originais e itens raros dos diversos gêneros das histórias em quadrinhos – super-heróis, infantis, terror, aventura, romance, mangá, faroeste, erótico e muitos outros – em ambientes temáticos e imersivos que ocupam os dois andares do Museu. A exposição também apresenta a influência das HQs na cultura pop e em outras mídias como cinema e TV.

“A origem da arte sequencial remonta à primeira forma de comunicação do ser humano, que desenhava nas paredes das cavernas para registrar e ajudá-lo a entender o mundo à sua volta. Na exposição apresentamos um amplo panorama dos personagens, criadores e expressões dos quadrinhos no mundo todo de uma perspectiva brasileira, contada através de centenas de itens, a grande maioria deles jamais expostos no país”, destaca Ivan Freitas da Costa, curador da exposição.

Para chegar aos mais de 600 itens que integram a exposição, a curadoria levou 18 meses em pesquisas em diversos acervos. Além do próprio curador, cederam peças para a exposição os colecionadores Ricardo Leite, Marcio Escoteiro e Franco de Rosa, o Planeta Gibi, a família de Glauco, Francisco Ucha, Acervo Álvaro de Moya (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo), JAL e Gualberto (HQMIX) e diversos artistas como Angeli, Laerte e Ziraldo.



Entre os itens expostos o público poderá ver de perto raridades como a revista com a primeira aparição de Luluzinha, publicada na The Saturday Evening Post em 1935; a edição número 1 de “O Pato Donald” (1950); uma ilustração original de Tintim, de As Aventuras de Tintim, uma das histórias mais conhecidas do belga Hergé; uma arte original da personagem de quadrinhos eróticos Valentina desenhada pelo seu criador, o italiano Guido Crepax; exemplar da revista Giant-Size X-Men 1 (1975) e uma ilustração original de The Spirit, que traz o personagem mais conhecido de Will Eisner. Quadrinhos também conta com um desenho do personagem Garfield feito por Jim Davis exclusivamente para a exposição e um vídeo com o criador do gato mais famoso das tirinhas fazendo o desenho.Entre os destaques nacionais está uma edição do jornal O Mosquito (1873) com capa de Angelo Agostini, desenhista ítalo-brasileiro que teve intensa atividade em favor da abolição da escravatura no Brasil. Agostini também colaborou com As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo. A curadoria também teve acesso a desenhos originais de Ziraldo e Glauco. Entre os itens expostos estão um desenho feito a mão feito por Ziraldo com personagens de A Turma do Pererê e um caderno de esboços de Glauco com artes originais para a revista Geraldão, edição número 1.


A moto do Akira

Após a participação da editora JBC na Virada Nerd, a réplica da moto do mangá Akira, que na história pertence ao personagem Kaneda, foi incorporada à exposição. Quem visitar a exposição também poderá conhecer de perto o modelo em tamanho real da icônica moto vermelha.


Ambientes temáticos e experiência imersiva

Como em todas suas megaexposições o MIS apresenta uma expografia imersiva que tem como objetivo aproximar o público do tema abordado. Em Quadrinhos, os fãs podem mergulhar neste universo das HQs em ambientes temáticos e lúdicos ao percorrer as 16 áreas da exposição: Origens, Caricaturas e charges, Tiras, Europa, Mangá, Erótico, Mauricio de Sousa, Angelo Agostini, Ziraldo, Brasil, Brasil nas últimas décadas, América Latina, América do Norte, Disney, DC e Marvel.Resultado de imagem para exposição quadrinhos sp 2019 MIS
O projeto expográfico é assinado pela Caselúdico, parceira do MIS em mostras anteriores como O mundo de Tim Burton (2016) e Castelo Rá-Tim-Bum – A exposição (2014). Marcelo Jackow, diretor de criação da Caselúdico e fã de HQs, conta que o projeto de Quadrinhos foi o mais desafiador dentre os elaboradosem conjunto como MIS. “Nosso desafio foi transportar um universo tão vasto e infinitamente rico, cheio da graça, de traço e de gesto para uma imersão espacial que se relacionasse com sua história em que cada ambiente fosse intimamente ligado com seu conteúdo de forma lúdica e apaixonada”, explica.


Exposição Quadrinhos

Dias: 14 de novembro de 2018 a 31 de março prorrogado para 26 de maio* de 2019
Horário: terças a sábados, das 10h às 20h (com permanência até as 22h); domingos e feriados, das 9h às 18h (com permanência até as 20h);

Ingressos

Bilheteria:
 - R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia) na Recepção do MIS (somente para o dia da visita). 

Terças-feiras entrada gratuita. Menores de 5 anos não pagam


Ingressos antecipados para os dias: 1º, 5, 6, 7, 8, 12, 13, 14 e 15 de dezembro.

 - Valor R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia- entrada)

Vendas pelo site e app da Ingresso Rápido


Onde: Museu da Imagem e do Som – MIS
Endereço: Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | Site Oficial MIS
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

15 abril 2019

[Resenha] Bolsas, beijos e brigadeiros - Fernanda França

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“Bolsas, beijos e brigadeiros”; autora: Fernanda França; Editora Planeta; 295 páginas.
     Melissa é uma jovem jornalista que faz de suas aventuras a sua profissão. Ou seria o contrário? O fato é que ela viaja pelo mundo, conhecendo novas pessoas e suas culturas. E escreve todas as suas experiências em um blog. Esse trabalho proporcionou a ela diversas amizades de lugares diferentes, amigos que ela ama incondicionalmente.
   A trajetória dela nessa carreira começou quando conheceu Théo. Um rapaz bonito e muito romântico. Foi ele quem ofereceu a vaga para ela que aceitou prontamente. A proximidade deles desenvolveu um relacionamento sincero. Théo estava sempre a surpreendendo. Mas nem sempre de forma positiva, já que ele costumava sumir e reaparecer como se nada tivesse acontecido.
    Em um desses sumiços, ele enviou uma carta para ela rompendo o relacionamento. Apesar dela sentir que tinha coisas envolvidas que ele não dizia e apesar de confiar muito no sentimento entre eles, ela fica abalada e decide seguir a vida sem ele. Mas com a desconfiança de uma gravidez e com a saudade do grande amor que teve, ela não consegue ir muito longe. Mas por sorte ela está rodeada de grandes amigos. Um, em especial, que dispõe a ficar ao lado dela independente da situação.

“A vida é cíclica, nós sempre sofremos e sorrimos, independentemente do que nos permitimos fazer. O melhor, então, é ser feliz a cada instante.”

    A viagem segue seu rumo. O coração dela fica dividido entre o relacionamento que acabou e a família que está tão longe dela. A mãe e a cunhada estão grávidas e ela tenta ficar o mais próxima delas nesse momento tão especial, se recusando a contar seus próprios problemas para não preocupar.

 “Se algo está nos incomodando muito, ficamos cegos para as alegrias das outras áreas da vida. O que adianta um salário gordo sem amigos por perto? Ou como administrar uma vida com bons amigos e uma família presente sem um trabalho que dê prazer e retorno financeiro? Sem um dos lados do nosso triângulo ficamos com problemas, ficamos bambos.”

    Quando menos espera, o destino a surpreende novamente e a vida dessa mochileira se transforma mais uma vez.
    Em meio a cartas, brigadeiros e marshmallows, Melissa cultiva amigos como um jardineiro cultiva flores. Com seu jeito gentil e atrapalhado, ela conquista as pessoas por onde passa. Não importa se ela não consegue falar o idioma do país onde está, ela sempre consegue um jeitinho de se comunicar.
O livro é um verdadeiro diário de viagens, no qual a autora descreve tudo. Ela conta sobre os pontos turísticos, a beleza do lugar, a forma como se sente, o idioma falado e principalmente a culinária. Cada olhar, cada sabor e cheiro. Todos os lugares por onde passa, além de nos trazer curiosidades incríveis desse lugar. Mas o que mais encanta nesse “diário de viagens” é ter a vida dela retratada nesse meio. As atrapalhadas e esquecimentos, os sentimentos de saudade e de aprendizado e principalmente “viver o amor” em todas as suas formas.


13 abril 2019

'Booktubers' auxiliando a vida dos leitores

Imagem relacionadaBooktube é o termo dado a pessoa que faz vídeos no Youtube falando sobre livros. O conteúdo literário envolve resenhas, dicas, críticas... Tudo de forma bem descontraída. Para Aione Simões, do canal Minha vida literária, ser booktuber é uma mescla de hobbie e trabalho.
"“Sempre pesquiso através de vídeos ou blogs sobre determinado livro. 
"Uma vez que o canal do YouTube for legal, acabo vendo os vídeos anteriores em busca de novos títulos.”, conta Gislene Barros
Ser um booktuber quando se tem paixão pelo universo literário pode se parecer fascinante, mas deve se levar em consideração que não é um trabalho fácil. “São necessárias horas e horas de dedicação em um trabalho que não tem final de semana ou feriado. Até mesmo porque, na maior parte das vezes, ele precisa ser feito nas horas vagas de nossas outras atividades.” explica Aione. “Mas o principal ingrediente sem dúvida é a dedicação.”, completa.
“Eu descobri varias obras ótimas nessas resenhas, e essas dicas as vezes me fizeram ler algo que eu nunca tive vontade de ler, conta Ana Ramos
Para Patrick Campos, os bookturbers são muito importantes para ajudá-lo decidir na compra de um novo livro. “ È ótimo para comparar e debater opiniões à respeito do livro.”, diz.
Eles não são profissionais. Não possuem salários. Mas os que se destacam recebem uma gratificação de editoras. Os critérios são estabelecidos pela própria. Eles escolhem os blogs ou canais que farão parceria, no geral por um processo seletivo, e assim passa a firmar um compromisso de enviar livros para que esses seus parceiros retornem com sua opinião pública sobre os mesmos. Uma dificuldade, como a própria Aione conta, é que esse tipo de relação as vezes acaba sendo mal vista, acabam alegando que os booktubers “ganham livros de graça”, sem notar o esforço que estes tem para conseguir esse benefício.
Se eu estiver em uma “seca” e precisar de indicação é para lá que eu vou. Elas me ajudam a aumentar o ritmo de leitura quando estou indo muito devagar, relata Fernanda Felizardo.




11 abril 2019

Ter livros é crime! Denuncie!


Com uma original declaração de amor à Literatura, obra indaga qual seria o destino de uma sociedade que, fascinada pelos avanços tecnológicos, abolisse livros
“TER LIVROS É CRIME. DENUNCIE!”. O aviso está estampado em placas por toda parte, perseguindo os protagonistas de O Silêncio dos Livros. A partir do argumento de que os livros seriam “antidemocráticos” por supostamente “congelarem a visão do autor”, países de todo o mundo passam a proibi-los. Livrarias são atacadas, bibliotecas incendiadas e, neste novo mundo, não há espaço para escritores e leitores.
Estatuto da Incineração de Publicações
Art. 33 – Constitui crime possuir, trazer consigo, ter em depósito, guardar, ocultar, adquirir, escrever, editar, publicar, vender, expor à venda, oferecer, importar, exportar, remeter, transportar, entregar ou fornecer livros impressos. (p.122)
Escrita pelo Doutor em Ciências Jurídicas, promotor e fotógrafo Fausto Luciano Panicacci, a obra é lapidada em uma prosa poética carregada de referências literárias. Nela, o leitor acompanha a chegada do misterioso Santiago Pena a Vila Nova de Gaia, em Portugal, onde conhecerá Alice, uma garota desprezada pelos pais. Sonhadora e apaixonada por histórias, a “menina” – como é chamada pela família – fica obcecada por um caderno de anotações que Santiago carrega e acidentalmente deixa cair.
Nas páginas desse manuscrito, o leitor mergulhará na vida de Hilário, jovem aspirante a arquiteto que se envolve numa briga de bar, da qual resulta a morte de um rapaz. Acusado de um crime que alega não ter cometido e oprimido por um sistema que busca rastrear um possível “gene criminoso”, Hilário travará contato com António, editor que contrabandeia livros do Brasil para Portugal.
De maneira surpreendente, as histórias de Alice, Santiago, Hilário e António interligam-se à de Elizabeth, fotógrafa que luta para que a lei que proibiu os livros não afete também a fotografia. Juntos, eles arriscam a liberdade para manter um perigoso segredo.
A narrativa perpassa ainda a perturbadora atração que um estrangeiro exerce sobre a mãe e a irmã da menina, e a admiração e inveja que ele desperta no pai da garota, abordando temas como a manipulação genética, escolhas randomizadas, identidade e esgarçamento das relações pessoais num mundo sem livros.
Enquanto o mundo decretava a morte dos livros, tentando silenciá-los, eles resistiam: longe do burburinho quotidiano, do barulho das cidades, das buzinas dos carros, do ruído dos aparelhos, do falatório vazio, o silêncio dos livros não era de morte, como se buscava impor-lhes, mas de música. O silêncio tinha sons, e os livros iam conclamando, em cochichos, à leitura, e celebrando, aos gritos, a vida. O silêncio dos livros cantava. O silêncio dos livros era a própria música. (p.113)
Em meio a suspense e aventura, o livro carrega profundas reflexões sobre os paradoxos da condição humana. Alternando-se entre a perspectiva de uma curiosa menina e a de um enigmático homem, O Silêncio dos Livros trata de amor, paixão, amizade, egos, dores latentes e cicatrizes, e é, sobretudo, uma autêntica declaração de amor à Literatura.
Ficha técnica:
Título:
 O Silêncio dos Livros
Autor: Fausto Luciano Panicacci
ISBN: 978-85-8442-392-7
Páginas: 256
Formato: 16×23 cm
Preço impresso: R$39,90
Preço e-book: R$29,90

09 abril 2019

Rakudai Kishi no Cavalry


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Rakudai Kishi no Cavalry (落第騎士の英雄譚キャバルリィ, 
Rakudai Kishi no Kyabarurii?), é uma série de light novelescrita por Riku Misora e ilustrado por Won. A história é ambientada em um mundo de fantasia onde o cavaleiro fracassado Ikki Kurogane [ Kurogane Ikki ] conhece Stella Vermillion,que é considerado um gênio em batalha. Ambos compensam fraquezas uns dos outro e formam um relacionamento ao iniciar um treinamento conjunto para se tornarem grandes cavaleiros mágicos.

O primeiro volume foi publicado em 15 de julho de 2013 e uma adaptação em uma série de anime foi exibida de 3 de outubro a 19 de dezembro de 2015.

Desde 2015, as light novels são uma das séries mais vendidas do Japão, com 1,8 milhão de cópias vendidas a partir de fevereiro de 2017.



Resultado de imagem para Rakudai Kishi no CavalryA história acontece num mundo alternativo onde existem pessoas com poderes sobrenaturais, conhecidos como Blazers. Um Blazer pode materializar uma arma [ espadas, lanças, entre outros ] construída a partir da própria alma. Ikki Kurogane [ Kurogane Ikki ], apelidado de "Cavaleiro Fracassado" por todos à sua volta, encontra uma garota seminua, Stella Vermillion enquanto ela se troca em seu quarto. Este encontro muda a vida de Ikki enquanto ele se esforça em se tornar um verdadeiro Cavaleiro Mágico, atingindo o ápice do Festival das Sete Estrelas, um evento anual realizado pelas sete Escolas de Cavaleiros Mágicos do Japão para determinar o mais forte Cavaleiro entre essas escolas. O vencedor do festival torna-se conhecido como o Rei Espadachim das Sete Estrelas. O Festival das Sete Estrelas possui combates onde e permitido usar a forma real de suas armas espirituais, existindo assim a possibilidade de concorrentes morrerem em batalha.



Resultado de imagem para Rakudai Kishi no CavalryNa batalha final, Ikki enfrenta Todo Toka usando todo seu poder de mana, e Ikki vence o duelo, tornando-se o novo ''Rei da Espada de Sete Estrelas''. Após concluírem o festival, Ikki e Stella tem sua primeira noite de amor juntos, fortalecendo ainda mais seu relacionamento entre eles. Stella leva Ikki até o ''Reino de Vermillion'', de onde o novo ''Rei da Espada de Sete Estrelas'' (Ikki) é desafiado para um desafio, tendo início ao '''Arco do Reino de Vermillion'''.



Anime
Uma adaptação em anime produzida pelo estúdio de animação Silver Link foi transmitida pela Tokyo MX entre 3 de outubro e 19 de dezembro de 2015, com 12 episódios (cobrindo os volumes do 1 ao 3 da Light Novel). O tema de abertura é "Identity", interpretado por Mikio Sakai, já o encerramento é "Haramitsu Renge", por Ali Project. No episódio 4 não houve abertura. No episódio 12 não houve abertura nem encerramento, somente ouve a execução do tema de abertura "Identity" durante a batalha final entre Kurogane Ikki e Todo Tohka.

08 abril 2019

[Resenha] O amor nos tempos do ouro - Marina Carvalho

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    “O amor nos tempos do ouro”; autora: Marina Carvalho; Editora Globo Alt; 318 páginas.
     A história se inicia em 1734 em um período em que a escravidão ainda era uma realidade. E que as mulheres ainda não tinham a menor voz dentro da sociedade. Cécile é uma jovem francesa que perdeu toda sua família (pais e irmãos) em um trágico acidente onde ela foi a única sobrevivente e foi obrigada a viver com seu tio. Este, um homem muito mais interessado na herança da moça, tendo todo poder sobre ela, já que era o responsável legal, arranjou para ela um casamento com um homem conhecido pela arrogância e pela influência que exercia.
     Não tendo como evitar, ela foi entregue ao sujeito, não sem antes passar por uma longa viagem de percurso com Fernão, um homem que foi encarregado dessa tarefa. Por algum tempo, Cécile alimentou a esperança de que esse homem pudesse salvá-la de seu terrível destino. Apesar dele ser um desbravador intimidante, ela tentou implorar pela sua liberdade, o que foi negado impiedosamente.
     Por outro lado, Fernão, se arrepende de não ter atendido o pedido da francesa assim que a entrega e vê o quanto o futuro marido de Cécile a tratava mal, obrigando-a chama-lo de senhor, de pedir permissão para falar e outros machismos terríveis que eram costumes da época. Fernão, incomodado, resolveu ficar por perto para se certificar de que a moça ficaria bem.
    A princípio, ele pensava que ela iria se casar por conveniência, mas após o pedido dela ainda durante a viagem e depois ao ver que ela tratava os escravos com muito carinho, ele conseguiu enxergar o verdadeiro caráter dela e enquanto essa consciência foi tomada, um sentimento forte foi tomando conta dele, o que o estimulou a atender, um pouco atrasado, o pedido que ela fizera. Fernão propõe a ela que fujam.
“Tu és a mulher mais bela deste salão – declarou, sem conseguir se conter. Mas achou que a frase não soara como deveria. Logo, corrigiu-se: -Minto. És incomparavelmente linda, dona de uma beleza acima de todas as outras que já vi.”
    Toda a fuga é planejada. Além deles, mais três escravos estão incluídos, entre eles Malikah, que inclusive teve um envolvimento com o filho desse que viria a ser marido de Cécile. Fruto desse envolvimento, a escrava estava grávida e abandonada a própria sorte e apenas por causa de Fernão, ainda estava viva. Hassan, outro escravo, se convida para essa missão com o interesse de cuidar de Malikah.
     A ideia de Fernão era apenas dar a liberdade que Cécile merecia, mas já não podia mais negar que estava completamente apaixonado por essa moça tão delicada que ao mesmo tempo possuía uma grande força, pureza e empatia. Além de um imenso carisma.
 “Se for da vontade da moça, sim. E vosmecê, por amá-la, permitirá que ela viva onde e como quiser.”
     Quando a fuga enfim acontece, eles já esperavam por dificuldade, mas não pelas que passaram a enfrentar. Obviamente o feitor não deixaria isso para trás. E cinco pessoas não eram suficientes para conseguirem se manterem sozinhas vagando por aí, sobretudo tento uma gestante entre eles. E então as dificuldades foram surgindo cada vez mais, até Cécile se vê novamente perdendo as pessoas. E é dessa fraqueza que ela tira uma força incondicional para lutar e é nesse momento que uma das cenas mais lindas desse livro acontece.
     Em uma época de tanto machismo, é preciso uma “desbravadora” para impor o poder feminino e Cécile é um exemplo disso. Sem precisar menosprezar os atributos femininos, sem precisar minimizar o romance. Cécile é uma guerreira, assim como tantas mulheres que já sofreram caladas, mas que encontraram forças que não imaginava que tinha, no momento em que mais precisava.
O livro tem muita bagagem histórica. Relata com detalhes a realidade da época de escravidão, a época de mineração de ouro e de feitores. A época em que as mulheres eram simples “companhias”. A narrativa acompanha a época, trazendo o vocabulário falado, principalmente nos diálogos. O casal protagonista carrega uma bagagem cultural que vai sendo explorada e apresentada durante a trama. Ambos falam, em alguns momentos, na língua de seu país de origem e por isso, ao final do livro, tem “glossário”. E agora sou encantada pela expressão “mi iyaafin”.


04 abril 2019

Literatura mostra a necessidade de saber lidar com a raiva desde pequeno

Fervi Por Dentro, livro publicado pela editora Boa Nova, ensina as crianças a lidarem com a raiva e não deixarem que suas atitudes acarretem arrependimentos

Sabe aquela sensação que faz ferver por dentro e que dá vontade de sair quebrando tudo ou bater em alguém? Fervi por dentro, de Cleber Galhardi, publicado pela editora Boa Nova, vai mostrar aos leitores que é natural sentir raiva, porém há uma necessidade muito grande de controlá-la.
Geralmente as crianças não tem consciência quanto a proporção da raiva que estão sentindo, ou mesmo como lidar com ela. Esse fator pode trazer problemas para sua vida emocional, escolar e pessoal. É importante que elas entendam como devem agir diante dessa sensação.
O personagem que vai falar sobre este perigoso sentimento é o menino Aguar. Apesar do nome estranho, sua mensagem é edificante. A linguagem que ele utiliza parece bastante estranha no começo, pois ele reúne as primeiras letras e sílabas da frase e junta em uma palavra só.
Atenção. Muito cuidado com o JEMORA.
Ele pode nos trazer grandes problemas quando aparece em nosso comportamento.
Sabe o que é JEMORA? Não?
É simplesmente o Jeito Equivocado de MOstrar RAiva
Aguar mostra as consequências de expressar a raiva erroneamente, e não só a possibilidade de atingir negativamente o próximo, aborda também os sentimentos que traz para si mesmo após se deixar levar pela irritação, como o arrependimento, culpa, enfim, aquela sensação estranha de quando as atitudes que os indivíduos tomam não são corretas.
Com um jeito bastante peculiar de se comunicar, o personagem vai desmistificar a raiva e ajudar o leitor a lidar com esse sentimento forte. Uma lição para a vida toda!
Sobre a Boa Nova Editora:Em 1997, com o objetivo em atender o público espírita e espiritualista, surgiu a Boa Nova Editora que alcançou, logo nos primeiros anos, prestígio, reconhecimento e projeção nacional. A primeira publicação da editora foi o livro “Céu Azul”, psicografado por Célia Xavier de Camargo, seguida pelo best-seller “Renovando Atitudes”, psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto. Hoje, com mais de dois milhões de livros impressos, a Editora Boa Nova é referência de sucessos editoriais. São romances, roteiros de estudo doutrinários, livros infantis e infanto-juvenis, assim como as obras básicas do Espiritismo e outras filosóficas que visam contribuir com o desenvolvimento espiritual e cultural de seus leitores. Paralelamente aos trabalhos doutrinários, e conscientes de seu papel social, os médiuns e escritores que atuam junto à Boa Nova fazem com que os recursos obtidos com a venda de suas publicações sejam revertidos para diversos projetos sociais e assistenciais, inclusive, para a manutenção das atividades da Sociedade Espírita Boa Nova.
 
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