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19 setembro 2019

[Resenha] A pequena livraria dos sonhos - Jenny Colgan

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Resenha: A Pequena Livraria dos Sonhos
Autora: Jenny Colgan
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 300

     “A Pequena Livraria dos Sonhos” é, acima de tudo, uma história sobre recomeços e amadurecimento. No romance, acompanhamos a divertida Nina, uma voraz leitora que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando a biblioteca pública na qual trabalha sofre uma repaginada e é transformada em um centro de mídia.
    Sem conseguir se adaptar, ela acaba perdendo o emprego e, já que tinha uma quantidade absurda de livros entupindo a casa que dividia com sua amiga, Nina toma uma decisão drástica e decide perseguir o seu maior e mais antigo sonho, ter a sua própria livraria e poder indicar a obra perfeita para cada pessoa. Mas como? E, principalmente, onde?
     O anúncio da venda de uma vã a faz parar na Escócia, mais precisamente na cidadezinha de Kirrinfief. Nesse lugar bem pequeno, cercado por uma natureza exuberante e ao qual a pressa dos grandes centros urbanos não alcança, Nina encontra mais do que o local ideal para recomeçar a escrever a sua própria história, ela encontra um lar.
“Ficou com o olhar perdido no horizonte enquanto tentava pensar, com seriedade e sinceridade, na própria vida: lá em cima , onde tudo era mais claro e era mais fácil respirar, ela não estava cercada de um milhão de pessoas cheias de pressa, correndo, puxando, empurrando, berrando ou conquistando coisas que eram prontamente postadas no Facebook ou no Instagram, fazendo com que todas as outras pessoas se sentissem incapazes.” (p. 47)
     Infelizmente, o processo de amadurecer não é fácil e nem rápido, mas para Nina, a situação é um pouquinho mais complicada, afinal é difícil admitir que a vida, na maioria das vezes, não se desenrola como nos livros, em especial quando o assunto é romance. As expectativas criadas durante uma vida inteira de leitura sobre casais apaixonados levam a nossa protagonista a esperar grandes gestos e declarações, mas aos poucos ela percebe que há mais carinho em pequenas ações na rotina diária do que em piqueniques sob a luz do luar.
     Com escrita fluida e rápida, a autora nos leva por uma divertida viagem à vida no campo em uma velha vã cheia de livros e decorada de maneira impecável, sem esquecer as luzinhas como toda a boa estante, claro, além de nos dar preciosas dicas para encontrar o espaço mais confortável para ler. Em “A Pequena Livraria dos Sonhos” Jenny Colgan escreve uma carta de amor aos livros, como um verdadeiro leitor escreveria.
“[...] um dia com leitura é sempre um pouquinho melhor do que um dia sem leitura, e eu desejo a você uma infinidade de dias maravilhosos." (p. 13)

15 setembro 2019

[Look literário] #35 Turma da Mônica


Olá, pessoal! Já que estamos em clima de “Turma da Mônica: Laços” no cinema, resolvi criar looks inspirados nesses quatro amigos que fizeram a infância de muitos de nós e ajudaram a formar vários leitores. Por isso, hoje, em homenagem à Monica, Magali, Cebolinha e Cascão, o look literário é quadruplo!
Eu sei que existe a Turma da Mônica Jovem, mas é no clássico guarda-roupas de um vestido só que irei me basear, ok? Então, começando pela dona da rua, que não desgruda de uma certa pelúcia azul, tem um apego forte pela cor vermelha e o famoso “pavio curto”, a Mônica.

Monica
O ponto de partida para o look da Monica foi a saia vermelha. Escolhi um modelo com botões na frente, numa vibe meio “anos 90” que decidi adotar para todo o visual, por isso, temos a jaqueta jeans numa lavagem média e a blusa estilo cropped canelada com decote redondo. Nos pés um All Star de cano alto vermelho e nos acessórios, além da mochila com chaveiro de pompom, coloquei uma homenagem ao nosso querido Sansão no colar, que tem um pingente em formato de coelho.







Magali
Agora é a vez de Magali, a melhor amiga da Mônica e dona de um apetite praticamente sem fim (assim como muitos de nós!). Seguindo o característico amarelo de seu vestido nas histórias em quadrinhos, escolhi uma salope, que nada mais é do que uma jardineira que tem uma saia no lugar do shorts na parte de baixo.
Encontrei essa blusa canelada em off White com manga ¾ que tem um ar mais sério para contrastar com a alegria do amarelo e também da bolsa de melancia que parece ter sido feita para a Magali! Escolhi um elástico de veludo preto para o cabelo e brincos delicados com uma zircônia vermelha. Nos pés optei pelo tênis branco, já que temos bastante informação nas roupas e acessórios.







Cebolinha
Chegamos a ele, que troca o R pelo L do jeito mais fofo e cuja principal alegria parece ser inventar mil maneiras diferentes de tirar a Mônica do sério, o dono do Floquinho, Cebolinha. Na “vibe” verde e preto, característica do personagem, comecei a escolher as peças de maneira diferente, a primeira coisa que vi foi o foi All Star verde de cano alto e achei que seria perfeito para a ideia que tinha na cabeça sobre o Cebolinha se vestiria.
Em seguida escolhi o jeans em uma lavagem preta com alguns rasgos na altura dos joelhos, depois a camiseta branca básica e então uma camisa verde militar para completar. Por último, mas não menos importante, vamos aos acessórios. Decidi escolher um relógio com pulseira de couro marrom (fake, obviamente) e uma mochila de ombro preta com detalhes também e marrom.







Cascão
Por fim é a vez dele, que passou a infância fugindo da menor gota de água, nunca abandona os planos malucos do seu melhor amigo Cebolinha e por isso as vezes acaba levando umas “coelhadas”, o Cascão. A primeira coisa que pensei foi que não poderia faltar uma peça xadrez, então a camisa acabou sendo meu ponto de partida.
Resolvi adaptar o amarelo característico do personagem para um tom de caramelo que aparece na jaqueta e, por baixo de tudo, uma camiseta branca com gola v, já que temos bastante informação em cima. Optei por um jeans básico de lavagem mais clara e nos pés um tênis branco e preto. Finalizando com uma mochila e óculos de sol em tons de marrom.





14 setembro 2019

Doação de livros do mês de Setembro/2019


     Oi oi, leitores!
     Vamos dar início agora a uma das melhores listas de doação do ano! São 50 livros diversos e estou ansiosa para dar um novo lar a todos eles! Conto com vocês.
     Mais uma vez gostaríamos de agradecer a nossa parceira, Lea Lopes, do Coletivo Curta Cultura que faz um trabalho lindo de realizar a busca de um livro desejado para os leitores e ainda realizar um delivery de livros. Se quiserem conhecer mais do trabalho dela, acessem: Coletivo Curta. Ela contribuiu com livros para mais uma edição do projeto, então meu muito obrigada!
     Conto com vocês também para a divulgação dessa lista. Vamos espalhar o projeto para que mais pessoas tenham acesso a ele. Quero ver todos os livros da lista ganhando novos lares. Divulgue nas suas redes sociais, nos grupos de leitura, grupos da família, enfim, com todos os apaixonados por livros. Agradeço desde já!
     E então, vamos adotar um livro?

12 setembro 2019

[Resenha] O livro das coisas perdidas - John Connolly

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“O livro das coisas perdidas”; Autor: John Connolly; Editora Bertrand Brasil; 363 páginas.
     David, um jovenzinho muito apegado a sua família, vive um terror quando sua mãe fica doente e logo falece. Pouco tempo depois o pai dele anuncia que vai se casar com outra mulher chamada Rose que já tem um filho, um bebê chamado George. O que era pra ser um recomeço, se torna pra ele uma tortura de ciúmes.
     O garoto possui crises desde que perdeu sua mãe, nelas ele perde a consciência e desmaia, acordando tempo depois com lembranças de ter alucinado. Com essa nova família, David sente-se de segundo plano para o pai, o que o aborrece muito.
     Rose tenta se aproximar do garoto, mas não tem muito sucesso além do momento em que ela conta sobre a casa onde eles estão vivendo. Rose herdou essa casa enorme onde David e o pai vieram morar. Rose relata que um ancestral dela fugiu com outra criança da casa e que nunca mais foi visto. Essa criança fugitiva, era a dona do quarto onde David se instalara. O local era repleto de livros que Rose afirmou ser a paixão do garoto que vivia ali anteriormente. Fascinado com os livros, ele começou a sentir-se melhor em morar ali, mas se assusta quando começa a ouvir sussurros dos livros.
     Mas essa é apenas a primeira cosia estranha que acontece naquela residência. Dias depois ele vê uma figura estranha no quarto do seu meio irmão. Um homem torto, magro, uma sombra escura. Ele ficou mais curioso do que amedrontado e ficou observando até que a criatura retornasse ao jardim. Ele parecia querer o bebê, aquele bebê que roubara a atenção de David, aquele bebê filho de Rose, mulher que queria ocupar o lugar de sua mãe.
“No fim, a coragem não fora suficiente. Este mundo não recompensava a coragem. Quanto mais David pensava, menos queria fazer parte dele.”
     Ainda de pijama e motivado pela raiva que estava da nova composição de sua família, David resolve explorar o local e ao ouvir a voz de sua falecida mãe o chamando, encontra uma passagem na parede. A voz o chamava, dizia para ele ir ao encontro dela e tentado a reencontrar sua mãe, ele foi.
     Após atravessar, ele percebe que saiu de uma árvore e foi levado para outro mundo. Um lugar fantasioso, parecido com os livros que havia lido das estantes do quarto que ocupava. Logo que chegou ali, foi descoberto por um lenhador que o apresenta aquele novo mundo. Curioso, o garoto marca a árvore pela qual saiu e se motiva a explorar o local antes de voltar. Ele não esperava que o homem torto que ele havia visto em sua casa o queria muito ali.
     As marcas na árvore logo sumiram, a passagem desaparecera e a única esperança que restou ao garoto é buscar o rei desse local. Há uma lenda que diz que esse rei é muito sábio, que adquire toda a sabedoria de um livro que possui, o livro de todas as coisas. Acompanhado pelo lenhador, ele decide trilhar o caminho para encontrar esse homem e pedir para voltar para casa.
     A semelhança com a história de O mágico de Oz é real. Assim como outras lendas são implementadas no decorrer da narrativa desse livro. Criaturas mágicas e contos de fadas com toques macabros compõem a trama trazendo uma aventura impressionante. As referências são bem construídas e logo que começa nós conseguimos identificar. Talvez tenha alguma relação com os contos de Grimm.
     David que entrara naquela floresta uma criança ainda de pijama, precisa amadurecer e usar de sua sabedoria para enfrentar verdadeiros perigos, principalmente quando o lenhador sai de seu lado e ele se vê sozinho em meio a um mundo assustador cheio de lobos homens e outros seres extraordinários.
“Já fui ferido antes, e uma vez tão gravemente que chegaram a temer pela minha vida. Posso me lembrar da agonia que senti, e não quero passar por isso novamente. Mas tive mais medo da morte de outras pessoas. Eu não queria perde-las e me preocupava com elas principalmente enquanto estavam vivas. Às vezes, acho que me preocupava tanto com a possibilidade de perde-las que realmente não conseguia desfrutar o prazer de sua existência."


05 setembro 2019

Dr. Stone

03 setembro 2019

[Resenha] Por isso a gente acabou - Daniel Handler

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“Por isso a gente acabou”; Autor: Daniel Handler; Editora: Seguinte; 362 páginas
     “Não tenho opinião formada”. Faço dessas palavras de Al, um dos personagens desse livro, as minhas quando se trata de “Por isso a gente acabou”.
     A obra conta a história de Minerva, conhecida como Min, que começou um relacionamento com Ed, o cacapitão do time de futebol da escola Hellman, onde estudam. O namoro deles se torna algo muito comentado pela diferença de personalidade entre eles. Ele é o atleta e ela é a “das artes”. Min é apaixonada por filmes e diversas referências cinematográficas são feitas no decorrer da trama. Inclusive, foi o cinema que os uniu, mesmo que ele não tivesse essa paixão como ela. Mas independente de todos os comentários alheios, ele sempre afirmava que ela era diferente.
     Entretanto, no início no livro já somos informados que eles terminaram e agora Min finalmente conseguiu reunir formar para entregar de volta todas as coisas de Ed, mesmo que sejam coisas que lembrem indiretamente. Em forma de cartas, ela introduz com a ilustração do objeto que está devolvendo, seguindo da narração da cena que o envolve. A cada nova descrição de cena, vai se costurando uma história de amor fadada ao fracasso desde o início que apenas ela não consegue ver. Até mesmo o leitor consegue identificar que o garoto é um cafajeste no começo do livro, mesmo que a gente não imagine tanto quanto realmente é.
     A narrativa é feita realmente em forma de desabafo. Uma jovem adolescente que se entregou para o garoto mais popular, achando que seria diferente, mas que se enganou. Sem contar o clichê, ela também descreve a transição dessa superação. Cada novo relato reforça o motivo por terem terminado. Uma fase característica na vida de muitas jovens, Min enfrenta amores e desamores. Uma montanha russa de emoções até se dar conta de quem é.
“O negócio de ter o que o seu coração deseja é que não sabe o que deseja até aparecer”.
     Por se tratar de uma história bem juvenil, não foi um livro que me trouxe uma conexão e nem mesmo uma simpatia. O garoto já se mostrou um babaca no início quando roubou dinheiro da bolsa da amiga de Min. Após esse episódio, várias cenas babacas se desenrolam provando o quanto eles são diferentes e o quanto ela merecia alguém melhor. Ela merecia enxergar melhor ao seu redor. Mas é o tipo de coisa que precisa de maturidade, coisa que com essa idade é comum não ter. Essa visão ampla do seu exterior.
“Que idiotice pensar que eu era outra coisa, como achar que ficar sujo de grama te deixava lindo, como se ganhar beijos te transformasse em beijável, como se me sentir aquecida te transformasse em café, como se gostar de filme fizesse de você diretora de cinema.”
     Mas também não posso julgar. O amor é capaz de nos tornar idiotas e cegos. E o namoro deles, cheio de segundas chances, de fingir que algo feito não afeta, é extremamente comum na vida de todo mundo. Vai dizer que você deu atenção para alguém que te alertou que aquele garoto ou aquela garota não era bom ou boa pra você? Quando se ama, não se dá voz para razão e é nisso que rola uma empatia com nossa protagonista.
     De qualquer forma, o jeito criativo em que o livro tem sua história contada, sempre apresentando objetos que remetem aos acontecimentos, é algo que faz da história algo mais especial. Para um jovem, principalmente passando por essas etapas, é um livro que pode fazer a diferença. Se não fizer, ainda acaba sendo um bom entretenimento.

29 agosto 2019

Doação de livros do mês de agosto/2019


     Oi oi, leitores!
     Mais uma linda edição do projeto começa agora! Primeiramente, quero agradecer a nossa grande parceira, Lea Lopes, do Coletivo Curta Cultura e também ao Calvin Grilo, pela contribuição com os livros para essa edição. Muito obrigada!
     Conto com vocês também para a divulgação dessa lista. Vamos espalhar o projeto para que mais pessoas tenham acesso a ele. Quero ver todos os livros da lista ganhando novos lares. Divulgue nas suas redes sociais, nos grupos de leitura, grupos da família, enfim, com todos os apaixonados por livros. Agradeço desde já!
     Sem mais enrolação, vamos a lista?

27 agosto 2019

[Resenha] O mistério do chocolate - Joanne Fluke

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“O mistério do chocolate”; autora: Joanne Fluke; Editora: Lua de Papel; 237 páginas.
     Hannah é dona da Jarro de Cookies, uma incrível confeitaria que vende os melhores cookies da cidade. Seu trabalho é seu maior orgulho e ela não tem medo de dizer que seus produtos são os melhores. Ela mora e trabalha em uma pequena cidade chamada Lake Eden, onde os policiais não possuem mais trabalho além de multar infrações de trânsito. Mas toda a calma dessa cidade acaba quando Hannah encontra Ron, seu distribuidor, morto em seu caminhão de entrega próximo ao comércio de Hannah. E o mais surpreendente é que ele for assassinado a tiros.
     Bill é o xerife da cidade e marido de Andrea, que é a irmã de Hannah. Após a notícia do homicídio se espalhar, Hannah acaba se envolvendo no caso sem perceber, quando começa a querer informações sobre quem teria matado Ron. De forma discreta, Hannah resolve ajudar seu cunhado a solucionar o mistério. Usando seus deliciosos cookies como a chave para atrair suas fontes, Hannah se mostra uma verdadeira investigadora se envolvendo cada vez mais no caso. O criminoso obviamente era local e poderia estar mais próximo do que ela imaginava, mas Hannah não parecia temer o perigo.
     Ron era amigo de todos e não tinha nenhum motivo para que alguém quisesse matar ele, mas conforme ela vai ouvindo as histórias de pessoas relacionadas, Hannah começa a fazer ligações entre supostos suspeitos e dessa forma consegue chegar a um segundo homicídio. Tendo dois casos na mesma semana em uma cidade tão calma, era óbvio que eles só podiam estar interligados.
Hannah não é só incrível na cozinha, também é sensacional em buscar respostas. Com uma mãe extremamente motivada em casá-la, um gato muito inteligente e um talento excepcional na arte de fazer cookies, Hannah cativa por proporcionar uma fantástica história de suspense com a leveza e doçura de chocolate.
"Infelizmente, no que se referia a Delores, qualquer ser ambulante do sexo masculino sem uma prisão por delito grave seria um candidato viável".
     A narrativa intercala em alguns momentos com receitas dos deliciosos cookies que Hannah faz na Jarro de Cookies, a descrição é tão bem feita que é muito possível reproduzir as receitas mencionadas em cenas tão importantes da trama. O livro tem como frase de efeito “Um suspense de dar água na boca” e eu não poderia concordar mais com essa frase. É exatamente isso. A forma que a história é apresentada é o diferencial! Livro leve, divertido, com um suspense e uma trama muito bem elaborada e com uma composição incrível. A ambientação bem trabalhada faz toda a diferença, é possível se envolver com a história, se sentir próxima dos personagens e do local descrito.
     Esse é o primeiro livro de uma série que não foi terminada aqui no Brasil. Só foram publicados aqui dois livros e, apesar de não ter previsão para que os outros livros algum dia cheguem aqui, acredito que vale muito a pena ler os que estão disponíveis. O segundo livro “O enigma do morango” já está na minha TBR de setembro e estou muito ansiosa para lê-lo. Nunca um suspense me divertiu tanto!

Receitas:
     Como mencionei, somos agraciados com diversas receitas no decorrer da narrativa. As receitas são reais e podem ser reproduzidas. São no total 7 receitas e são elas:

  • Cookies de chocolate
  • Cookies de gengibre
  • Nozes-pecãs
  • Pretos & Brancos
  • Delícias de cereja cobertas com chocolate
  • Cookies vintages de açúcar
  • Deliciosas barras de cookies de limão


Filme:
     O livro ganhou uma adaptação cinematográfica em 2015 pela Netflix onde o título foi alterado para "Um crime na confeitaria" ("Murder she baked" no Título original). Infelizmente o filme não está mais disponível do catálogo da Netflix e também não consegui encontrar em nenhum outro lugar, exceto na Looke, onde ele está custando R$ 42,90.
     Apesar de ter sido uma adaptação, eu diria que ele foi apenas levemente inspirado no livro. O filme traz muitas modificações em sua história, começando pelo cabelo marcante de nossa protagonista que deveria ser ruivo rebelde e no filme é loiro. No livro a primeira vítima é um homem chamado Ron, no filme é uma mulher chamada Melanie. E a principal suspeita do crime no filme acaba sendo o própria protagonista.
     Sinceramente, eu acredito que essas mudanças é o que estragou. A história do livro é impecável e já a do filme... Nem tenho vontade de assistir.
     Vou deixar um trailer do filme que eu consegui. Me desculpem ser inglês sem legenda, é que esse foi o único que eu consegui achar. (Parece que tentaram remover tudo sobre o filme e fingir que nunca existiu).

Trailer:


 
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